A decisão de retornar às origens foi o acerto mais celebrado. O multiplayer é o coração do jogo e onde seus maiores elogios se concentram. A volta do sistema de classes bem definidas força os jogadores a cooperarem, criando uma sensação autêntica de um campo de batalha onde cada soldado tem um papel específico . A liberdade proporcionada pelos mapas, que fogem da lógica de "três rotas" e oferecem muita verticalidade, dá aos jogadores poder para escolher sua própria abordagem, seja flanqueando, atacando de cima ou causando destruição em larga escala com um tanque . A imersão é outro ponto alto incontestável. Os elogios aos gráficos são unânimes, com menções a terrenos fotorrealistas e uma aparência cinemática que coloca o jogo um degrau acima da concorrência . Isso é potencializado pelo bestial sistema de áudio, que faz com que cada tiro, explosão e ruído ambiente soe com um impacto aterrorizante e real, te colocando de fato no meio do caos . A destruição de cenários, marca registrada da série, está melhor do que nunca, com prédios inteiros ruindo e alterando permanentemente a geografia do combate, o que é tão taticamente relevante quanto visualmente espetacular . Um Marco para os FPS O sentimento geral é de que o Battlefield 6 conseguiu a proeza de resgatar a essência que os fãs mais antigos amavam, enquanto apresenta uma experiência moderna, polida e extremamente atraente para novos jogadores . Ele não tenta reinventar a roda, mas sim aperfeiçoá-la, focando naquilo que sempre fez a franquia única: a escala épica, a liberdade de criação dentro do campo de batalha e a diversão imprevisível que só o "caos organizado" do Battlefield pode proporcionar Portanto, a sua recomendação está totalmente alinhada com o consenso da comunidade. "Eu sem dúvidas recomendo esse jogo, houve um capricho enorme na produção, o game ta bem feito, equilibrado, divertido eu recomendo sem dúvidas" é um resumo perfeito para o que Battlefield 6 representa em 2025: um shooter robusto e prazeroso de se jogar.
Pontos Positivos: Gráficos: Tão bonitos que dá vontade de chorar e abraçar meu monitor. As explosões parecem reais. Sério, meu gato pulou da cadeira achando que era um trovão. É tipo um filme de ação, só que você está nele (e morre muito). Destruição: A física da destruição é o melhor brinquedo desde o baldinho de praia. Destruir um prédio inteiro só porque um camper está no telhado? É meu novo esporte favorito. 10/10 na terapia da raiva. Veículos: Tanques, helicópteros, jatos... É o paraíso dos motoristas. Pena que eu só sei pilotar na linha reta e explodir instantaneamente. Mas a intenção é o que conta! Pontos Negativos (também conhecidos como "Coisas que Me Fizeram Gritar"): Bugs: Ah, os bugs clássicos de lançamento da EA. Às vezes, meu soldado decide que quer fazer breakdance em vez de atirar. Ou voar. Ou ficar preso dentro de uma parede. É a nova feature "Movimentos Aleatórios da Morte". O Sniper do Outro Lado do Mapa: Eu mal saio da base e já levo um tiro na cabeça de um cara que deve estar jogando de um satélite. O cara não está jogando, ele está espionando a galáxia. O Esquadrão: Eu sou um herói de guerra. Meus companheiros de esquadrão são... um grupo de patos confusos. Se eu pedir para me reviverem, eles provavelmente vão tentar me dar um abraço de urso e sair correndo. Resumo Bobo: Battlefield 6 é a prova de que a humanidade precisa de mais explosões na vida. Você vai ficar bravo, vai xingar em 5 idiomas diferentes e vai se perguntar por que gastou 70 dinheiros nisso. Mas aí você destrói um arranha-céu com um míssil e percebe: "É por isso." Compre. Grite. Repita. (E diga ao seu gato que está tudo bem, são só pixels.)